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A História do Beija-flor, o amante das flores

Autor: Rômulo Cavalcanti Braga - Data: 07/02/2015
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Uma árvore genealógica publicada no jornal Current Biology reconstituiu a história de um grupo único de passarinhos originados na Europa, que também habitaram a Ásia e a América do Norte, até encontrarem seu jardim do Éden na América do Sul, há 22 milhões de anos: os beija-flores.



Os ancestrais da delicada ave se espalharam rapidamente pelo continente, desenvolvendo as características cores iridescentes que arrancam suspiros de seus admiradores humanos.



Daqui, o beija-flor se diversificou em mais de 140 tipos diferentes, subiu pelos Andes, invadiu o Caribe e a América no Norte, onde continua a gerar novas espécies. "Nosso estudo fornece um quadro muito mais claro sobre como e quando o beija-flor se distribuiu para onde se encontra hoje", disse o principal autor do estudo, Jimmy McGuire, professor de biologia integrativa da Universidade da Califórnia em Bekerley e um dos curadores do Museu de Zoologia Vertebrada da instituição de ensino.



De acordo com ele, atualmente, existem 338 espécies de beija-flor reconhecidas, mas essa quantidade pode dobrar nos próximos milhões de anos. "Não estamos nem perto de chegar ao número máximo de espécies do Eutoxeres", conta McGuire. Durante mais de uma década, McGuire e outros pesquisadores coletaram dados de DNA de 451 exemplares de Eutoxeres provenientes de 284 espécies diferentes. Depois, os cientistas sequenciaram genes do núcleo e da mitocôndria das células do animal.



As informações foram organizadas e, com o resultado, foi construída a árvore genealógica. O galho mais antigo indicou que o ancestral dos modernos beija-flores surgiram na Eurásia há 42 milhões de anos, quando eles se dividiram de seus primos próximos, as andorinhas. Isso provavelmente ocorreu na Europa ou na Ásia, onde se encontraram fósseis de aves semelhantes ao beija-flor datando entre 28 e 34 milhões de anos atrás.



Os beija-flores também são responsáveis pela polinização de algumas flores, bem como pequenos morcegos, que polinizam flores que somente abrem à noite.



Os beija-flores, com seu bico estreito e longo, são atraídos por flores campanuladas e de coloração amarela e vermelha e as borboletas apreciam flores de corola estreita tipo funil e são menos sensíveis à coloração.
Algumas espécies que atraem beija-flores:



Hibisco-Hibiscus rosa sinensis



Brinco-de-princesa - Fuchsia





Candelabro-de-ouro - Pachystachis lutea



Alegria-de-jardim - Salvia splendens



Tajetes - Tajetes patula



Camarão vermelho - Justicia brandejeana

Rômulo Cavalcanti Braga é especialista em Tillandsias e um grande produtor.

Contato: romulocbraga@uol.com.br
Ouro verde - boiatche bromeliario

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Comentários

10/02/2015 01:24:05

Às vezes, menosprezamos algumas espécies animais ou vegetais apenas pela "má aparência" destes, sem levarmos em conta sua utilidade efetiva no meio ambiente. Vendo os belos polinizadores acima, lembrei- de fato ocorrido há alguns anos em São Paulo. Produtores de maracujá, satisfeitos com os lucros auferidos, resolveram trocar os tutores de madeira, já velhos, por novos feitos em concreto. Junto com os velhos mourões, foram-se, também, as mamangavas que durante anos polinizaram as belas flores, Naquela safra, a polinização teve de ser feita por mãos humana, contando com a ajuda do vento, em menor escala. No ano seguinte lá estavam de volta os mourões com seus furos feitos pelas prestimosas mamangavas.

09/02/2015 14:28:23

Muito interessante!
É importante destacar o papel das flores na natureza. Sem elas, não haveria a reprodução de muitas espécies de plantas e muitos animais desapareceriam. Assim como sem a ação dos agentes polinizadores (pássaros, abelhas, borboletas, etc.), não teríamos a fecundação de tantas espécies vegetais.
Como profissionais de paisagismo, temos a missão de ajudar na tarefa de perpetuar tantas espécies animais e vegetais!
Riciane Pombo
Arquiteta Paisagista


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